É a favela, no topo do Olimpo: Rio 2016!

E após 19 dias de competições, confesso que ainda não tinha parado para observar muita coisa do que estava acontecendo nas Olimpíadas. Somos um país focado no futebol e no vôlei, os outros esportes, quase não damos a devida atenção, e vemos isso claramente, ao perceber que o Campeonato Brasileiro é um dos maiores do mundo, mas não vemos isso em outros esportes.

E então, ao final dos jogos, observo a narração de um resumo geral do que aconteceu, e me pego pensando, em cada atleta que entrega sua vida, e é conhecido ou lembrado apenas quando estão ganhando algo.

E o que me marcou, foi apenas uma frase que representa o sentimento de milhares de atletas, brasileiro, guerreiros, trabalhadores:

“… é a favela no topo do Olimpo…”.

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Nascido em 25 de outubro de 1988, Robson Conceição é de origem humilde. Cresceu com a avô e com a mãe no bairro de Boa Vista de São Caetano, em Salvador, e nunca manteve contato com seu pai. Quando jovem treinava todo dia, percorrendo as ruas. Começou a trabalhar jovem para se sustentar e quase não dormia. Para treinar, ele se deslocava por 9km a pé, pois não tinha condições financeiras de bancar o transporte. Além disso, precisava ajudar a mãe e a avó em casa. Começou a trabalhar com feirante, acordava cedo e ia direto para a barraca da Dona Neusa. Lá montava toda a estrutura, carregava caixas de frutas e verduras e depois ia estudar. Depois de estudar, Robson retornava para a feira e ajudava a desmontar tudo. Os treinos só aconteciam à noite, por ser seu único tempo livre. Além de feirante, ele já trabalhou como; carregador de compras, vendedor de picolé na praia, ajudante de pedreiro, vendedor ambulante em sinal de trânsito, entre outros. (Wikipédia)
Rafaela Silva cresceu na favela carioca da Cidade de Deus. O primeiro esporte de que gostou foi o futebol, praticando contra outros meninos em um campo de terra próximo a sua casa, em Jacarepaguá. Preocupados com o tempo gasto brincando na rua, quando Rafaela tinha 7 anos seus pais, Luiz Carlos e Zenilda Silva, a inscreveram junto da irmã, Raquel, para aulas de judô no Instituto Reação, recém-montado na Cidade de Deus pelo ex-atleta Flávio Canto. (Wikipédia)
Isaquias
Nascido em Ubaitaba, Bahia. Desde pequeno, Isaquias teve que encarar os desafios propostos pela vida, a exemplo da morte do pai. Segundo um vizinho, ele e mais cinco irmãos foram criados apenas pela mãe, pois o seu genitor morreu quando ela era pequeno. A vida ainda aprontou mais uma com o canoísta: quando tinha apenas 10 anos, perdeu um rim durante um acidente. O jovem precisou ficar internado na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) de um hospital em Itabuna, no sul da Bahia. Mas a retirada do órgão não seria suficiente para deter o baiano, que batalhou em busca do tão sonhado reconhecimento. (R7)

 

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Autor: Ricardo - Clicks Online

Ricardo Alves, Goiano, 25 anos. Fotografo amador, blogueiro amador, mas, sonhador autentico! Unindo a paixão pela fotografia com o sonho de um dia ser jornalista. Caminhando, mesmo que ninguém acredite, para alcançar o sonho de poder ser o que deseja

4 comentários em “É a favela, no topo do Olimpo: Rio 2016!”

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